A corrente crítica ou radical da geografia desenvolveu, no Brasil, uma trajetória notável do ponto de vista da abordagem acadêmica, ao desvendar processos que nutriram o debate político em delicado momento nacional.
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O pensamento crítico na geografia sucedeu à denominada geografia quantitativa, corrente esta que trazia em si o compromisso ideológico de justificar a expansão socialista em diversas partes do mundo, excluindo-se a análise da realidade social.