Um paciente, procedente de Paulista, com diagnóstico de infecção pelo HIV há 4 anos, sem tratamento prévio, dá entrada em um serviço de emergência, com história de perda de peso há 4 semanas, febre, astenia, anorexia, tosse e diarreia há pouco mais de 8 dias. Ao exame físico, encontra-se pálido, emagrecido, taquicárdico e taquipneico, temperatura axilar de 38,1?C. Ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular, PA:100 x 70 mmHg, FC 104 bpm. Ausculta pulmonar com sibilos e crepitantes em bases, FR:28 ipm. Abdome plano, com hepatoesplenomegalia, indolor, RHA presentes. Hemograma mostrava 5.900 leucócitos (92% de neutrófilos), hemoglobina de 8,4g/dl, plaquetas de 96.000, Ureia de 98mg/dl, creatinina de 1,8 mg/dl, AST de 92 UI/L e ALT de 89 UI/L. A radiografia de tórax mostrava aumento da região hilar e discreta acentuação da trama em base pulmonar direita. O paciente foi internado e iniciado ceftriaxone e azitromicina, além de hidratação venosa e uso de sintomáticos. Evoluiu com melhora do estado geral, da taquicardia e da taquipneia, porém com persistência da febre ao longo dos 7 dias de uso dos antibióticos. O novo hemograma mostrou 2.900 leucócitos (30% neutrófilos, 60% linfócitos, 1% eosinófilo e 9% monócitos), hemoglobina de 8,8 g/dl, plaquetas de 92.000. Ureia: 50 mg/dl, creatinina: 0,9 mg/dl, AST: 86 UI/L e ALT: 82 UI/L.
Diante desse caso, qual a melhor conduta a ser tomada em relação a um possível diagnóstico e tratamento?