Segundo Durand (2013), as tendências de hibridação cultural, em curso no Brasil e em outras partes do mundo, e as transformações das concepções a respeito da arte e da dinâmica do campo artístico ao longo do século XX, dificultam as escolhas e decisões que precisam ser tomadas pela gestão cultural da área pública. Algumas razões que contribuem para esse fato e uma possível alternativa de ação por parte da gestão cultural pública, respectivamente, são: