Na ovinocultura, a infecção por parasitas gastrointestinais representa a mais importante fonte de prejuízos para criadores, podendo ocasionar desde a redução de ganho de peso até a mortalidade, devendo-se utilizar, para evitar baixos índices de produção e a mortalidade de animais, métodos racionais de controle, como medicamentos anti-helmínticos — prática mais utilizada —, raças mais resistentes aos helmintos, como a Santa Inês, a rotação e o descanso do pasto, dependendo do tipo e do manejo da pastagem, interrompendo, dessa forma, o ciclo dos parasitas.