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Panorama de doações e transplantes de órgãos no Espírito Santo

As principais dificuldades para atender pacientes que estão na fila do transplante de coração são a falta de doações e a incompatibilidade do órgão com o possível receptor. A maioria das famílias capixabas nega a doação de órgãos de parentes mortos. Segundo dados da secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em aproximadamente 60% dos casos em que a doação é possível, as famílias não dão autorização. Para a coordenadora da Central de Notificação, Captação e Distribuição do Órgãos do Espírito Santo (CNCDO), Rosemery Erlacher, na maior parte dos casos as famílias não autorizam a doação por desconhecerem a vontade do parente. Atualmente, apenas pais, filhos, esposo ou esposa podem autorizar doações de orgãos. O rim é o órgão que resiste mais tempo fora do corpo humano, suportando um intervalo de 24 a 36 horas. O coração e o pulmão resistem de 4 a 6 horas. No caso do fígado, esse tempo varia entre 12 e 18 horas. O pâncreas pode suportar um pouco mais, podendo aguentar entre 12 e 24 horas.

fonte: A Tribuna, terça-feira, 04 de março de 2014 (texto adpatado).

De um doador da Cidade de Cachoeiro do Itapemirim-ES foram coletados o par de rins, o par de pulmões, o fígado, o coração e o pâncreas. Um funcionário da CNCDO está transportando um desses órgãos para ser implantando em um paciente da Grande Vitória. Com base nos dados numéricos fornecidos e assumindo que, ao longo do intervalo de tempo de resistência de um órgão a probabilidade de sua resistência fora do corpo permaneça constante, ou seja, a probabilidade de um coração resistir 4 horas fora do corpo é a mesma de resistir 6 horas, está CORRETO afirmar que:

 

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