DRA, 34 anos de idade, sexo feminino, 86 kg, casada, deu entrada na sala de emergência, apresentando confusão mental, agitação e rigidez muscular, às 3h. Seu marido a encontrou em casa, deitada no chão, às 2h30. Ele descobriu que 13 comprimidos de 20 mg de paroxetina e 15 comprimidos de 300 mg de moclobemida estavam faltando. A paciente estava em tratamento contra depressão e não havia nada de significativo em sua história médica e familiar. Os sinais vitais na apresentação foram os seguintes: pressão arterial 140/80 mmHg, FC de 120 bpm, 20 irpm, temperatura axilar de 39°C e 90% de saturação de oxigênio. Ela estava sonolenta, desorientada, não-cooperativa e com sudorese profusa. A avaliação por Escala de Coma de Glasgow indicou 10/15; o exame ocular revelou pupilas isocóricas dilatadas (midríase) bilateralmente, assim como movimentos oculares horizontais. Após cerca de 1 hora da admissão na UTI, a paciente evoluiu com quadro difuso de hiperatividade muscular contínua (mioclonia, tremor e rigidez). O melhor tratamento para a paciente, dentre os indicados abaixo, é: