A língua escrita é muito mais que um conjunto de formas gráficas, é um modo de a língua existir, é um objeto social e parte de nosso patrimônio cultural (FERREIRO, 2004). As ideias construtivistas ganharam tal expansão no Brasil que poucas escolas e naturalmente poucos educadores mantiveram-se imunes a ela e, mesmo sem perceber, foram modelando suas aulas dentro de uma linha construtivista, considerando que Emilia Ferreiro contribuiu com essa mudança significativa.
Fonte: https://portal.fslf.edu.br/wp-content/uploads/2016/12/tcc_7.pdf
A alfabetização na perspectiva construtivista, conforme a autora (1995), está fundamentada em dois princípios:
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