A tendência mais comum no museu histórico, previsível pela caracterização corrente que dele se fez, é a fetichização do objeto na exposição. Inserida numa dimensão de fenômenos históricos ou sociais, a fetichização tem que ser entendida como deslocamento de atributos do nível das relações entre os homens, apresentando-os como derivados dos objetos, autonomamente, portanto, “naturalmente” (Ulpiano Bezerra de Meneses, 1994). Segundo essa concepção de artefato, pode-se inferir que as únicas características intrínsecas aos objetos são