“Uma criança foi recentemente operada de garganta, passando
por várias experiências desagradáveis de tomar
uma injeção de anestesia, acordar com a garganta muito
doída e com dificuldades para engolir até líquidos. Na creche,
em um momento posterior, ela pôde ser observada
recriando na brincadeira a situação vivenciada no hospital,
‘dando injeção’ e ‘operando’ a boneca ou algum companheiro”
(Oliveira et al. 2002, p. 58). Assim, através da brincadeira,
ela