A impressão dominante que tive, e talvez correspondente a uma verdade positiva, é esta: o homem ali é ainda um intruso impertinente. Chegou sem ser esperado nem querido — quando a natureza ainda estava arrumando o seu mais vasto e luxuoso salão. Encontrou uma opulenta desordem. (CUNHA, 2013).
Quanto às características predominantes do espaço amazônico e suas temporalidades, é correto afirmar: