(...) Em cada aluno há dois seres inseparáveis; porém, distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim chamou de individual. Tal porção do sujeito, o ‘jovem bruto’; segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século XIX. Principalmente por meio da psicologia, entendida, então, como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durkheim. ‘Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando, também, o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte’, explica Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas.
(Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/456/criador-sociologia-educacao. Adaptado.)
De acordo com tais informações, infere-se que a concepção durkheimiana é também chamada de: