Em relação à avaliação diastólica, é INCORRETO afirmar que:
A disfunção diastólica vem depois da disfunção sistólica na maioria das cardiopatias.
A pressão diastólica ventricular pode se elevar em decorrência de relaxamento alterado do VE, aumento da espessura das paredes em relação à cavidade ventricular (hipertrofia) e aumento da rigidez miocárdica.
Os parâmetros do Doppler podem se modificar por alterações nas pré e pós cargas, também na frequência cardíaca.
Ritmo cardíaco, idade, contratilidade e insuficiências valvares e uso de medicamentos podem modificar os parâmetros do Doppler.
Alterações do enchimento do VE não podem ser usadas isoladamente e dissociadas da avaliação hemodinâmica a fim de se diagnosticar disfunção diastólica clinicamente relevante, necessitando de complemento com outras análises ao Doppler ou uso de manobras que mudem as condições de carga do coração.
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