O bumba meu boi de seu Teodoro
Nas noites de bumba meu boi em São Vicente Ferrer (MA.), onde nasceu, Teodoro Freire punha o pilão na rede em que dormia para disfarçar e saía de casa escondido. A mãe, que temia que o filho se machucasse em alguma confusão, um dia descobriu o truque e deu-lhe uma bronca. Ela foi aceitando aos poucos a participação de Teodoro em festas populares.
Aos 14, o rapaz foi sozinho para São Luís, onde trabalhou em quitanda, como estivador e porteiro. Em 1953, partiu para o Rio, atuou no comércio e organizou o bumba meu boi com a ajuda de um deputado conterrâneo.
Nos anos 60, ao se apresentar com seu grupo em Brasília, recebeu o convite, também de um político maranhense, para ficar na cidade. Já casado com a piauiense Maria Sena, que conhecera no Rio, conseguiu um emprego de contínuo na UnB. Ficaria na universidade, como conta a família, por 28 anos.
Desde 1963, dedicou-se ao bumba meu boi no Centro de Tradições Populares que fundou. Por causa de seu trabalho, recebeu do governo a ordem do mérito cultural em 2006. Ganhou ainda um documentário sobre sua vida.
BERTONI, Estêvão. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/
cotidiano/21386-o-bumba-meuboi- de-seu-teodoro.shtml>. Acesso em: 21/3/2014, com adaptações.
Do ponto de vista da tipologia textual, o texto apresentado classifica-se, predominantemente, como
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