Com o melhoramento contínuo do conhecimento das doenças e das habilidades técnicas, podemos reduzir os eventos inesperados que podem ocorrer nos pacientes cirúrgicos.
Com relação às complicações pós-operatórias, podemos afirmar:
A deiscência de ferida operatória se relaciona com o estado nutricional do paciente, imunodeficiência e ao uso de medicamentos, e não com a idade do paciente,
A presença de febre, após a cirurgia até o sétimo dia do pós-operatório, não deve ser preocupante, sendo ocasionado provavelmente por uma resposta fisiológica ao trauma cirúrgico.
O controle anestésico e o analgésico no peri-operatório auxiliam na prevenção de atelectasia pulmonar.
Pacientes com histórico de tromboembolismo pulmonar prévia não elevam o risco de novo episódio de tromboembolismo pulmonar.
Os casos de retenção urinária no pós-operatório devem ser tratados pelo urologista com a realização de cistostomia percutânea.
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