Rossignoli* assevera que “o ensino de Sintaxe não se pode resumir à prática metalinguística de analisar termos e orações. [...] Ao professor de Sintaxe, portanto, competiria inteirar-se das teorias gramaticais ortodoxas e confrontá-las com teorizações modernas, ensejando, de acordo com o nível de seus alunos, atividades de reflexão sobre a língua. Sob esse sentido, a gramática tradicional poderá se constituir num instigante texto-base”; baseando-se em tal enunciado, esse professor, em sua prática didático-pedagógica, deve EVITAR: