Leia o trecho da reportagem: “Não basta ter asas”
“(...) Antes da partida, os músculos que ajudam a voar ganham volume, mas depois atrofiam à medida que a viagem está correndo. Outra peculiaridade é a eficiência digestiva: As aves migratórias podem aumentar ou reduzir a produção de enzimas digestivas, se têm muito ou pouco alimento. Se não têm alimento, as células do sistema digestivo morrem e o trato digestório encolhe à metade do volume inicial. Quando acaba o jejum, o estômago, os intestinos e o fígado fazem novas células e voltam ao volume normal. (...) Ver aves de rapina planando sobre a cordilheira do Himalaia, a 9 mil metros de altitude, pode ser um belo espetáculo para nós, embora para as aves provavelmente seja desconfortável: em altas altitudes, faz muito frio e a concentração de oxigênio é baixa. (...) Os pulmões das aves extraem quase todo o oxigênio do ar e a hemogloblina delas tem maior capacidade de ligar-se e de desligar-se do oxigênio que a humana. (...)”
Fonte: Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/ 2010/08/11/n%C3%A3o-basta-ter-asas/ Acesso: 06/04/2014.
Além dessas novas descobertas sobre as adaptações das aves ao voo, qual das seguintes alternativas são adaptações relacionadas ao voo?