A 3ª geração dos arquitetos modernistas teceu críticas consideráveis aos preceitos da arquitetura e urbanismo moderno, e tais considerações foram responsáveis por estabelecer uma nova agenda arquitetônica e urbanística na segunda metade do século XX. Uma das críticas, e talvez a de maior aceitação, apontava para a necessidade de “recolocação inevitável da ideia de cidade ante o indiscutível fracasso da urbanística racionalista”. O que quer dizer tal afirmação?