Considere o seguinte relato produzido por um familiar: “Faz dois meses que ele está na UTI e o vejo num estado de muito sofrimento. É uma perda diária, uma morte constante. Não acho que irei perder meu marido, acho que até já o perdi. É o destino, né? Dizem e acredito que o otimista é o pessimista esclarecido. É assim que me sinto”. Teoricamente, caracterizamos essa atitude do familiar como um(a)