Diversas pesquisas vêm demonstrando o grande potencial da nanotecnologia farmacêutica no tratamento, prevenção e diagnóstico de inúmeras patologias, dentre elas as parasitárias. Nesse contexto, técnicas inovadoras estão sendo aplicadas na obtenção de novas formas farmacêuticas de liberação controlada de fármacos capazes de manter ou ampliar a ação de agentes promissores utilizados no combate e controle da malária.
I. A malária é uma doença infecciosa causada por um protozoário unicelular do gênero Plasmodium, podendo ser transmitida para o ser humano pela picada do mosquito do gênero Anopheles, por transfusão de sangue ou compartilhamento de agulhas e seringas infectadas com o parasita.
II. A malária ocorre com maior frequência nos países tropicais, onde quatro espécies infectam o homem: P. falciparum, P. vivax, P. malariae e P. ovale
III. No Brasil, prevalecem as infecções causadas pelo P. vivax e P. falciparum.
IV. Para cada espécie de plasmódio, vem sendo utilizado um medicamento ou associações de medicamentos específicos, em dosagens adequadas à situação particular de cada doente.
V. O desenvolvimento de formas farmacêuticas de liberação controlada por micro e nanossistemas poderá permitir um melhor controle da cinética de liberação do fármaco, resultando em níveis plasmáticos terapêuticos, com menores efeitos tóxicos, representando passo importante no desenvolvimento de uma nova terapêutica antimalárica, o que pode repercutir na melhoria da qualidade de vida de milhões de pacientes, além do impulso técnico, científico e financeiro, potencialmente adquiridos.
Assinale a alternativa CORRETA.