A má oclusão Classe II é um dos problemas mais comuns apresentados aos ortodontistas. Esquelética, um maxilar prognato, uma mandíbula retrognática ou uma combinação dos dois é uma possível etiologia da má oclusão. Estudos na literatura relatam que a má oclusão Classe II é mais comumente associada com retrognatismo mandibular do que com prognatismo maxilar. De acordo com NANDA (2015), em relação a má oclusão Classe II, analise as afirmativas abaixo atribuindo V para as verdadeiras e F para as falsas e, em seguida, marque a opção correta.
( ) As características de uma oclusão esquelética Classe II desenvolvem-se no início da dentição decídua e não tendem a se autocorrigir com a idade.
( ) Dependendo do estágio de crescimento do paciente, as opções de tratamento geralmente incluem o uso de aparelhos funcionais ou aparelhos funcionais fixos (AFFs) para aumentar o crescimento mandibular, extraorais para restringir o crescimento maxilar, camuflagem por extração de pré-molares superiores e/ou inferiores ou a correção cirúrgica da discrepância esquelética subjacente em pacientes nos quais o crescimento facial tenha sido completado.
( ) Como regra geral, um aparelho funcional é melhor indicado em pacientes Classe II em crescimento, que apresentem esssencialmente deficiências mandibulares, com ângulo do plano no mandibular horizontalizado e os dentes anteroinferiores verticalizados sobre o osso basal mandibular com um apinhamento mínimo a moderado.
( ) O aparelho propulsor twin force é classificado como híbrido dento-mucosuportado.