Os estudiosos dos processos de aprendizagem classificam a motivação em duas categorias: intrínseca e extrínseca, defendendo a intrínseca como a mais efetiva.
Considerando-se uma situação didática no ensino superior, no curso de Pedagogia, uma aula sobre o mesmo assunto dada para estudantes do terceiro semestre e também para concluintes do oitavo semestre, permite inferir que, para os concluintes, há maior probabilidade de ocorrer a motivação intrínseca.