Uma grávida de 40 anos, com 41 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto com 6 cm de dilatação. Ela é gesta 3 com 2 partos vaginais prévios. É trazida ao CTI após queixas de cefaleia e dor torácica, apresentando, na admissão, taquicardia sinusal, hipotensão arterial e taquipneia. Uma cardiotocografia mostrou sofrimento fetal. Em seguida a um quadro de dessaturação para 83% em ar ambiente, apresenta queda do sensório e convulsão tônico-clônica. Seus exames laboratoriais apresentam: hemoglobina 9,5g/dL, plaquetas 89.000, PTTA 54 segundos, tempo de protrombina 23 segundos, fibrinogênio 110mg/dL, e gasometria arterial com pH 7,30, PO2 55mmHg, PCO2 38mmHg, HCO3 14 mEq/L. O Rx de tórax estava normal e o ECG mostrava um padrão de esforço miocárdico.
O diagnóstico mais provável é