Acerca da política trabalhista de Getúlio Vargas, no período do Estado Novo (1937-1995), pode-se afirmar que:
Em julho de 1940, foi criado o imposto sindical que garantiu a sobrevivência e a independência política dos sindicatos.
Diversas leis trabalhistas foram criadas por Getúlio Vargas, como o salário mínimo e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
O governo levou adiante e sistematizou práticas que vinham desde o início da década de 1930. A legalização criada foi inspirada na Carta Del Lavoro, vigente na Itália fascista.
A Constituição de 1937 adotou o princípio do pluralismo sindical, além de reconhecer o direito de greve como legítimo.
O governo efetivou a criação do Ministério do Trabalho, em 1943, e, no ano seguinte, ampliou a legislação com a adoção do seguro desemprego.
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