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2895357 Ano: 2022
Disciplina: Filosofia
Banca: IADES
Orgão: UNDF

O medo da morte é o determinante da mediação racional que submete, no pensamento político de Hobbes, a sociabilidade ao interesse e a vida comum à ordem política. Vejamos por quê. É o medo da morte violenta em mãos alheias que torna os homens dóceis às recomendações da razão, no contexto imaginário do “estado de natureza”, em que os personagens concebidos pela antropologia hobbesiana são postos frente a frente. Resulta desse experimento, projetado com rigor de geômetra, o conflito generalizado ou a guerra virtual de todos contra todos.

SOARES, Luiz Eduardo. “O lugar do sofrimento humano no pensamento político moderno”. In: Síntese Nova Fase, v. 20, n. 61 (1993): 257-266.

O amor à vida, ou o medo de morrer, faz com que os seres humanos estejam sempre prontos a se proteger ou mesmo a atacar. Se um ser humano pode intentar contra a vida de outro, no estado de natureza, então não seria ilegítimo se a hostilidade fosse antecipada e a violência cometida. Mas esse estado, como é bem conhecido, dá lugar à sociedade por meio da celebração do pacto social. De acordo com esse assunto e com a política hobbesiana, assinale a alternativa correta.

 

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Professor - Filosofia e Teologia

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