A inserção do pensamento marxista no Serviço Social brasileiro pode ser sintetizado em dois grandes momentos: o primeiro está situado entre o fim dos anos 1970 até o final dos anos 1980. O segundo momento situa-se do final dos anos 1980 aos dias atuais (Netto, 2009). Este movimento foi também o marco de rompimento com as premissas e bases teóricas, éticas e políticas para a profissão.
A afirmação acima representa: