Pesquisas recentes sobre o desenvolvimento da
linguagem escrita, inspiradas em abordagens
construtivistas, psicolinguísticas e socioculturais, indicam
que o processo de aprendizagem da escrita não se
reduz à decodificação do código alfabético, mas envolve
a constituição do sujeito como produtor de sentidos em
práticas discursivas situadas. Nesse contexto, o ato de
escrever emerge como forma de pensar e de interagir
simbolicamente com o mundo, implicando dimensões
cognitivas, sociais e ideológicas, uma vez que: