Considerando as opções para o reparo de um paciente masculino com complexo extrofia vesical-epispádia, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Reparo em 3 tempos, sendo eles: fechamento da placa vesical e da uretra posterior; reparo da epispádia; e reconstrução do colo vesical com reimplante vesicoureteral bilateral.
2. Reparo em 2 tempos, sendo eles: fechamento da placa vesical e da uretra posterior; reparo da epispádia com reconstrução do colo vesical e reimplante vesicoureteral bilateral.
3. Reparo em tempo único que promete micção espontânea, pois a uretra proximal passa pelo complexo muscular, além de maior tamanho peniano pela extensa dissecção dos corpos cavernosos.
4. Reparo em tempo único que pode ser realizado no período neonatal. Inicialmente não era realizado reimplante vesicoureteral, mas atualmente este é indicado quando a anatomia permite.
5. Reparo em tempo único após 4 a 6 semanas de idade, quando se realiza o fechamento da placa vesical, reparo da epispádia com reconstrução do colo vesical e reimplante vesicoureteral bilateral.
Coluna 2
( ) Reparo completo primário para extrofia (técnica de Mitchell).
( ) Reparo moderno estagiado para extrofia de bexiga.
( ) Reparo com dissecção ampla dos tecidos moles (procedimento de Kelly).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: