A sífilis congênita permanece como importante agravo de
saúde pública no Brasil, sendo a transmissão vertical evitável
mediante o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno da
gestante e de seu(s) parceiro(s). Conforme as diretrizes do
Ministério da Saúde (PCDT-IST, 2022), o controle da sífilis
congênita depende da atuação integrada da equipe de Atenção
Primária. Acerca dos fundamentos conceituais da sífilis congênita: