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Turismo animal
Muitas pessoas que gostam de animais costumam visitar lugares onde acreditam que possam conhecê-los sem prejudicá-los. Mas nem sempre é isso o que ocorre.
Os animais da Amazônia, por exemplo, sofrem com a atividade turística na região que, em muitos casos, submete espécies como o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça longas sessões de fotos, alertam ativistas da ONG World Animal Protection.
Com frequência, os animais são capturados e maltratados antes de serem exibidos aos turistas, aponta a World Animal Protection, que se infiltrou em excursões na selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar essas interações.
“Atrás das câmeras, esses animais costumam ser espancados, separados de suas mães quando bebês e guardados secretamente em lugares sujos e apertados; ou são cevados reiteradamente com alimentos que podem ter um impacto negativo longo prazo em seu organismo e comportamento”, afirma o grupo.
Com muita frequência, os turistas desconhecem completamente essa crueldade que torna os animais submissos e disponíveis. A ironia é que o turista que normalmente tira fotos com o animal é aquele turista que adora os animais e, na realidade, está contribuindo para o seu mal-estar, captura e matança.
(Fonte: Ambiente Brasil — adaptado.)
Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo sobre a ONG World Animal Protection:
I. Sujeita o boto-cor-de-rosa e o bicho-preguiça a longas sessões de registros fotográficos. II. Cria excursões na selva amazônica do Brasil e do Peru para registrar imagens do turismo animal. III. Afirma que os turistas costumam separar os animais de suas mães quando bebês, guardando-os secretamente.
Está(ão) CORRETO(S):
 

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