Uma paciente de 22 anos de idade, estudante de odontologia, apresentou perda de visão, fadiga, dormência nas extremidades, espasmos musculares e comprometimento da coordenação motora. Após acompanhamento foi diagnosticada com esclerose múltipla. Inicialmente, como imunossupressor, faz uso de fingolimode, 0,5 mg/dia e nos ataques agudos, pulsoterapia com metilprednisolona, na dose de 1 g, por via intravenosa, durante 3 dias.
A respeito desse caso clínico e com base em seus conhecimentos, julgue os itens a seguir.
Em diagnósticos como a esclerose múltipla, é fundamental a ação da equipe multiprofissional, como na utilização de psicoterapia e medicamentos antidepressivos. Apesar da lenta progressão, a doença não possui cura, leva a uma perda progressiva da independência do indivíduo, o que afeta enormemente aspectos emocionais.