Gnerre (2001) observa que, no processo de modificação da língua, a legitimidade assumida pela norma-padrão decorre da
junção de aspectos relevantes de diversas variedades linguísticas, sobretudo aquelas já comuns nos meios escolarizados.
busca de um modelo de escrita que leve em consideração aspectos relevantes da fala cotidiana de diferentes comunidades.
ascendência que a fala historicamente exerceu em relação à escrita, o que torna esta um simulacro incontestável daquela.
relevância da variedade escrita que se distancia das modalidades e dos gêneros expressivos próprios da fala.
proeminência das culturas manifestadas pela escrita, independentemente das variações linguísticas por elas veiculadas.
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