“Existem tantos gêneros quantas forem as situações de interação social, o que significa dizer que há infinitos gêneros. Telefonemas, cartas comerciais, bulas de remédio, romances, poemas são alguns exemplos. Há gêneros que já desapareceram, como o telex, outros que estão desaparecendo, como o telegrama, e outros que surgiram recentemente, como o e-mail. (...)
Cada gênero tem suas próprias regras e convenções. Num e-mail, temos de preencher o campo de assunto; em um telefonema, mesmo quando estamos apenas ouvindo, temos de enviar, frequentemente, sinais vocais como ahã, hã, é etc., para sinalizar ao nosso interlocutor que estamos atentos do outro lado da linha.”
(A. S. Abreu, O design da escrita.)
A passagem em negrito descreve uma das funções da linguagem, denominada
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Professor da Educação Básica - EJA/Português
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