Um dos grandes desafios contemporâneos da educação é a inclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular. Para que esses sujeitos acessem a escola, permaneçam nela e obtenham sucesso, é preciso rever o processo de avaliação que, de modo geral, ainda mantém sua função classificatória, tornando-se um mecanismo de exclusão. A avaliação funcional do comportamento pode ser uma das possibilidades usadas para viabilizar a inclusão, porque: