Trata-se de uma vítima do sexo feminino, 75 anos de idade, portadora de miocardiopatia chagásica, que apresentou quadro de mal súbito associado a rebaixamento do nível de consciência. A paciente foi abordada em sua residência,
encontrando-se em decúbito ventral e em parada cardiorrespiratória (PCR), momento em que a equipe do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) iniciou as manobras de reanimação. O atendimento foi realizado pela equipe multiprofissional
da Unidade de Suporte Avançado (USA), composta por enfermeiro, médico e
condutor socorrista.
A rápida identificação do ritmo pelo monitor cardíaco e a aplicação precoce do protocolo de reanimação são essenciais para aumentar as chances de sucesso na restauração da circulação espontânea e minimizar sequelas neurológicas. Diante o ritmo apresentado no traçado eletrocardiográfico, conforme evidenciado pela equipe (Figura 01), e em conformidade com as diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar (RCP), analise as seguintes asserções:
Figura 01 - Traçado do Eletrocardiograma
I. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, com ênfase nas compressões torácicas de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, destacam-se a importância do uso do desfibrilador e o uso de adrenalina e amiodarona.
II. O ritmo apresentado é o de Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) deve se atentar para os ritmos de PCR, para o manejo correto de todas as intervenções. Nesse contexto, é importante entender os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
III. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, recomenda-se a desfibrilação e, no caso do desfibrilador bifásico, a carga é de 360 joules, além do uso de adrenalina e amiodarona.
IV. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincrônica e o uso de amiodarona, sulfato de atropina e adrenalina.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
A rápida identificação do ritmo pelo monitor cardíaco e a aplicação precoce do protocolo de reanimação são essenciais para aumentar as chances de sucesso na restauração da circulação espontânea e minimizar sequelas neurológicas. Diante o ritmo apresentado no traçado eletrocardiográfico, conforme evidenciado pela equipe (Figura 01), e em conformidade com as diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar (RCP), analise as seguintes asserções:
Figura 01 - Traçado do Eletrocardiograma I. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, com ênfase nas compressões torácicas de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, destacam-se a importância do uso do desfibrilador e o uso de adrenalina e amiodarona.
II. O ritmo apresentado é o de Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) deve se atentar para os ritmos de PCR, para o manejo correto de todas as intervenções. Nesse contexto, é importante entender os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
III. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, recomenda-se a desfibrilação e, no caso do desfibrilador bifásico, a carga é de 360 joules, além do uso de adrenalina e amiodarona.
IV. O ritmo de PCR mostrado no eletrocardiograma é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincrônica e o uso de amiodarona, sulfato de atropina e adrenalina.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.