O novo cenário mundial trouxe (e ainda traz) consigo uma série de mudanças que afetam tanto a realidade empresarial como o processo de comunicação das organizações. O próprio contexto em que as empresas atuam se alterou, exigindo uma constante busca de atualizações e de sobrevivência.
Redução de custos, de cargos e de pessoal (downsizing), terceirizações, programas de qualidade total, nivelamento das funções hierárquicas, horizontalização do processo de tomada de decisões, controle estatístico do processo de produtividade... Aos poucos, vem nascendo um novo perfil da empresa e do funcionário, resultado de uma nova cultura empresarial que afeta a integridade do relacionamento da empresa com seus públicos-alvo.
No caso de empresas públicas, elas ainda são diretamente afetadas por outros aspectos dessa mesma realidade, mais diretamente ligados à crise do Estado-Nação. O poder, antes concentrado nos governos e nas esferas estatais, espelha-se em três direções: para as coletividades; para as empresas e organizações, mais ágeis e flexíveis; e para as grandes empresas que procuram administrar as novas tecnologias que ultrapassam todas as fronteiras.
Nessa redefinição do papel do Estado, uma nova delimitação das fronteiras entre público e privado também se observa, especialmente no que tange à própria definição do termo público.
Heloíza Matos. Comunicação pública e comunicação global. Internet: <http://www.portal-rp.com.b /bibliotecavirtual/assuntoscorrelatos/ comunicacaoesociedade/0083.htm>. Acesso em out./2003 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item que se segue.
A comunicação pública, também chamada de comunicação cívica ou cidadã, tem por princípio informar a população sobre a situação do bem público, repassando dados de interesse do cidadão.