Baseado no Manual Técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do controle da raiva nos herbívoros, o diagnóstico laboratorial é essencial para a definição de foco. Assim, somente, será considerada a ocorrência de um foco de raiva quando houver um ou mais casos da doença confirmados mediante testes laboratoriais. O correto diagnóstico da raiva depende da execução adequada de colheita, acondicionamento e envio do material biológico dos animais suspeitos dessa enfermidade. Sobre a temática da raiva em bovinos, considere as afirmativas abaixo.
I A colheita das amostras de animais suspeitos de estar acometidos de raiva deverá ser efetuada por médico veterinário ou por profissional habilitado por ele, que tenha recebido treinamento adequado e esteja devidamente imunizado.
II Em caso de vários animais mortos com sintomas de encefalite, devem ser coletadas amostras do encéfalo e da medula espinhal de, pelo menos, metade dos animais suspeitos.
III As amostras devem ser enviadas e/ou entregues ao laboratório preferencialmente até 72 horas após a colheita, em caixa isotérmica perfeitamente vedada e com o símbolo de risco biológico.
IV O material coletado deve ser acondicionado em frasco com tampa ou saco plástico duplo, hermeticamente fechado, identificado e colocado dentro de uma caixa isotérmica, que deverá conter gelo reciclável para manter a temperatura entre 2ºC e 4ºC.
Entre as afirmativas, estão corretas