Criança de 5 anos, previamente hígida, é trazida a uma emergência com quadro iniciado há 24 horas de febre alta, cefaleia holocraniana, vômitos pós-alimentares e sonolência. Família nega antecedentes patológicos recentes ou outros sintomas associados. Fez uso apenas de antitérmicos e antieméticos durante a evolução. Imunizações atualizadas, tanto para as vacinas do PNI, quanto para aquelas obtidas em rede privada. Ao exame: bom estado geral, corada, hidratada, levemente taquipneica, sonolenta, porém despertável; presença de rigidez de nuca, sinais de Kernig e Brudzinski; ausência de paresias ou alterações de pares cranianos. Foi submetida a punção lombar, sem intercorrências, com pressão de abertura de 16 cm de H2O, 125 células com 65% PMN e 35% LM, proteinorraquia de 45 mg/dL e glicorraquia de 65 mg/dL (glicemia concomitante de 95 mg/dL); bacterioscopia pelo método de GRAM – ausência de bactérias; cultura em andamento; por razões técnicas não puderam ser realizados látex para meningococo, pneumococo e hemófilo.
A melhor conduta a ser determinada pelos médicos da emergência é: