
Nos estudos de curtos-circuitos, é comum a utilização da equação matricial acima, em que \(\overline{V}_a,\) , \(\overline{V}_b,\) e \(\overline{V}_c,\) são, respectivamente, os fasores de tensão nas fases “a”, “b” e “c” do sistema; \(\overline{V}0_a,\) , \(\overline{V}1_a,\) e \(\overline{V}2_a,\) são, respectivamente, os fasores de tensão de seqüências zero, positiva e negativa relativos à fase “a” do sistema; e a é o operador complexo de componentes simétricas. Sendo assim, em determinada situação em que, conhecidos os fasores \(\overline{V}_a,\) , \(\overline{V}_b,\) e \(\overline{V}_c,\) , calculou-se que \(\overline{V}0_a\) = 50∠00 \(V\), \(\overline{V}1_a\) = 50∠300 \(V\) e \(\overline{V}2_a\) = 80∠450 V, é correto afirmar que