“Queria ser lembrado como alguém profundamente curioso”, diz Paulo Freire. Entre tantas ponderações teóricas desse educador, sobre o tema Curiosidade, considera-se:
I. O educador que se entregue a procedimentos autoritários ou paternalistas, que impedem ou dificultam o exercício da curiosidade no educando, termina por tolher, igualmente, sua própria curiosidade.
II. O professor deve saber que sem a curiosidade que lhe move, que lhe inquieta, que lhe insere na busca, não aprende, nem ensina
III. Toda curiosidade se sustenta eticamente no exercício da negação de outra curiosidade.
IV. Antes de qualquer tentativa de discussão de técnicas, de materiais, de métodos para uma aula dinâmica, é preciso, que o professor se ache “repousado” no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano.
Estão corretas as afirmativas