Segundo Robbins & Finley (1997), existe uma certa incoerência quanto às expectativas que as organizações nutrem em relação ao trabalho em equipe e às práticas utilizadas para reconhecimento e recompensas, cuja ênfase é eminentemente individualista. Embora alguns estudiosos afirmem que as equipes não deveriam decidir sobre seu próprio sistema de recompensas, as experiências têm demonstrado que vale a pena atribuir às equipes algumas responsabilidades, entre estas a de definir as formas de: