“Para os artistas e designers holandeses, o diagrama era um portal para o infinito. As pinturas de Piet Mondrian e suas superfícies abstratas, cruzadas por linhas horizontais e verticais, sugeriam a expansão do diagrama para além dos limites da tela. Theo van Doesburg, Piet Zwart e outros membros do grupo holandês De Stijl aplicaram essas ideias ao design e à tipografia.”
(LUPTON, E . Pensar com tipos. São Paulo, Cosac Naify, 2006. P.121)
É inegável a influência do movimento De Stijl na história do design gráfico, sendo correto afirmar que: