Suponha que utilizamos a estrutura de arranjo (“array”) para armazenar o vetor \( V \) e a matriz \( M \) seguintes:

Essas estruturas são definidas como:
\( V \):\( a \)\( r \)\( r \)\( a \)\( y \)[0..5] \( o \)\( f \) \( i \)\( n \)\( t \)\( e \)\( g \)\( e \)\( r \);
\( M \):\( a \)\( r \)\( r \)\( a \)\( y \)[1..4,1..4] \( o \)\( f \) \( i \)\( n \)\( t \)\( e \)\( g \)\( e \)\( r \);
Ou seja, \( V \) é um “array” de inteiros indexado de 0 a 5, e \( M \) é um “array” bidimensional de inteiros indexado de 1 a 4 em ambas as dimensões. O primeiro índice se refere às linhas, e o segundo, às colunas de \( M \). Suponha que fazemos a seguinte atribuição a uma variável inteira:
\( P \) ← \( M \)[\( V \)[2] − \( V \)[5] , \( V \)[ \( V \)[2] ] + \( V \)[1]];
Em quanto resulta o valor de \( P \) ?