A literatura revela que a ocorrência de parada cardiorrespiratória, durante a realização de intervenção coronária percutânea, pode ocorrer em 1,3% das intervenções, podendo ser maior, dependendo do procedimento de emergência. Caso o paciente que esteja passando por um procedimento de intervenção coronária percutânea desenvolva fibrilação ventricular, a atual Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) recomenda que seja feito de imediato: