Um paciente jovem do sexo masculino, virgem de tratamento, foi admitido, pela madrugada, na enfermaria por agitação psicomotora em um primeiro surto psicótico durante o qual esteve perambulando por 15 dias desaparecido de casa. Apresentava-se com o auto-cuidado bastante prejudicado e tosse seca. Prontamente foi medicado via intramuscular com uma ampola de haloperidol e uma ampola de prometazina, além de ser contido no leito. Durante a mesma madrugada manteve-se agitado sendo necessárias mais duas doses da associação de haloperidol e prometazina por via intramuscular. No dia seguinte à sua admissão, o paciente evoluiu com leucocitose, instabilidade da pressão arterial, taquicardia, rigidez muscular, mutismo, sudorese, febre e disfagia. Sobre a síndrome neuroléptica maligna NÃO se pode afirmar: