O Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS
(UNAIDS) publicou um relatório intitulado Dangerous
Inequalities, traduzido para o português como “Desigualdades Perigosas”. Nessa publicação, fica evidente que as
desigualdades de gênero, o racismo e até mesmo a lacuna
de tratamento para crianças têm impactado profundamente
a meta de acabar com a pandemia de AIDS até 2030.
Analise os itens abaixo, considerando as desigualdades/
iniquidades:
I. O mundo não será capaz de acabar com a AIDS enquanto continuar reforçando o patriarcado. A única forma eficaz de acabar com a AIDS, alcançar as metas de desenvolvimento sustentável e garantir saúde, direitos e prosperidade compartilhada passa por uma abordagem feminista.
II. O estigma, a discriminação e a criminalização de populações-chave representam uma barreira para o seu acesso aos serviços de HIV. No Brasil, o impacto do racismo estrutural indica uma tendência pela qual as pessoas negras são particularmente afetadas pela pandemia de HIV, embora o país seja um exemplo na resposta ao HIV, com a possibilidade de acesso às ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento pelo SUS.
III. As desigualdades seguem impactando negativamente e gerando barreiras que impedem o acesso aos serviços de pessoas em vulnerabilidade. E as desigualdades se cruzam. Reconhecer a interseção de desigualdades é um elemento chave para uma abordagem integral da resposta ao HIV.
IV. O UNAIDS defende que uma atenção especial às juventudes, levando em conta os diferentes ambientes urbanos, rurais e periféricos, além das comunidades quilombolas e indígenas. A instituição defende que devem existir mais ações de educação e comunicação sobre infecções sexualmente transmissíveis (IST) e sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e AIDS específicas para as juventudes, com ênfase para jovens em condições de maior vulnerabilidade.
É correto afirmar que:
I. O mundo não será capaz de acabar com a AIDS enquanto continuar reforçando o patriarcado. A única forma eficaz de acabar com a AIDS, alcançar as metas de desenvolvimento sustentável e garantir saúde, direitos e prosperidade compartilhada passa por uma abordagem feminista.
II. O estigma, a discriminação e a criminalização de populações-chave representam uma barreira para o seu acesso aos serviços de HIV. No Brasil, o impacto do racismo estrutural indica uma tendência pela qual as pessoas negras são particularmente afetadas pela pandemia de HIV, embora o país seja um exemplo na resposta ao HIV, com a possibilidade de acesso às ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento pelo SUS.
III. As desigualdades seguem impactando negativamente e gerando barreiras que impedem o acesso aos serviços de pessoas em vulnerabilidade. E as desigualdades se cruzam. Reconhecer a interseção de desigualdades é um elemento chave para uma abordagem integral da resposta ao HIV.
IV. O UNAIDS defende que uma atenção especial às juventudes, levando em conta os diferentes ambientes urbanos, rurais e periféricos, além das comunidades quilombolas e indígenas. A instituição defende que devem existir mais ações de educação e comunicação sobre infecções sexualmente transmissíveis (IST) e sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e AIDS específicas para as juventudes, com ênfase para jovens em condições de maior vulnerabilidade.
É correto afirmar que: