“Como as pessoas constituem a principal vantagem competitiva, a empresa precisa investir nelas, desenvolvê-las e cederlhes espaço para seus talentos. Quanto mais ela fizer isso, mais ela enriquecerá seus passaportes e aumentará a mobilidade potencial das pessoas. (...)
A crescente importância dos bens humanos transformará as empresas em redes de grupos de projetos, um tipo de condomínio empresarial ou conjuntos de habilidades temporários, aglomerados para conveniência mútua por um período de tempo. (...) Por um outro lado, impérios empresariais se fragmentarão juntamente com o pensamento de longo prazo, estruturas de carreiras, regras básicas e velhas tradições. As pessoas passarão a ser membros de uma entusiasmada equipe de projeto que talvez não esteja lá no ano seguinte.”
HANDY, Chalés. A era da transformação: a transformação no mundo das organizações. São Paulo: Makron Books, 1997, p. 153.
O trecho que expõe a “crescente importância dos bens humanos” remete ao conceito de capital humano, definido como