Quando se avalia a magnitude de esforços tectônicos (estresses) relativos, ainda é muito aplicável a classificação de E.M.Anderson (1905), que descreve seus comportamentos quando da geração de falhas, em relação às orientações SV, SHmax e Shmin da maneira originalmente proposta, considerando a deformação da rocha como isotrópica e coaxial (o eixo dos esforços não sofre rotação). Com isso, é possível caracterizar falhas normais, strike/dip-slips e reversas. Cada regime de esforços pode ser simplificado em três componentes ortogonais principais:
S1 - um esforço compressivo máximo,
S3 - um esforço compressivo mínimo e
S2 – um esforço compressivo intermediário
Todos os tipos de falhas (regimes) descritos a seguir estão corretamente especificados, de acordo com as considerações de seus 3 componentes principais do esforço relativo de Anderson, EXCETO: