Em contextos institucionais marcados por formalismos linguísticos, hierarquias comunicacionais e performances públicas de autoridade, a atuação do tradutor-intérprete de Libras-Língua Portuguesa demanda competências que extrapolam a fidelidade linguística e se inscrevem nos regimes ético-discursivos da enunciação situada. À luz dos aportes teóricos de Diriker, Wadensjö e Metzger, qual alternativa representa, com maior densidade analítica, a complexidade da mediação em eventos multilíngues formais?