Leia os textos.
TEXTO 1
O medo de contágio de febre amarela, no Rio de Janeiro, tem revelado uma face bárbara de alguns dos seus moradores. Em paralelo à confirmação de oito mortes pelo vírus no Estado, dezenas de macacos – vítimas como os humanos da doença – vêm sendo massacrados. Em janeiro do ano passado, o Instituto Jorge Vaitsman recolheu sete corpos de macacos, mas em março, quando foi confirmado o primeiro caso de febre amarela no Estado, o número subiu para 90. Em 2017 foram recolhidos 602 primatas e o percentual de mortes provocadas pelos humanos era de 42%.
(Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/25/politica/1516892592_161900.html Publicado: 26-01-2018. Acesso: 13 maio 2018.)
TEXTO 2

(Disponível em: http://jboscocartuns.blogspot.com.br/2018/02/febre-amarela.html Acesso: 13 maio 2018.)
A leitura da charge e da notícia aponta para a necessidade de políticas públicas relacionadas ao esclarecimento da população sobre a epidemia de febre amarela e o papel da contaminação em primatas, em cidades que possuem matas, como o Rio de Janeiro.
Com base no exposto, é correto afirmar que