A respeito do trabalho do psicólogo hospitalar a partir do viés da órbita da doença, marque a alternativa CORRETA.
Com o paciente na posição de negação, é importante permitir que o próprio paciente escolha os temas das conversas, mas se ele não fizer, o psicólogo pode encaminhar estrategicamente a entrevista para assuntos mais artificiais, até que outras questões possam ser abordadas.
Na posição de revolta, a verdade não é uma constante, podendo variar e assim dar continuidade ao processo de elaboração da doença. Cabe, então, ao psicólogo ficar atento, pois é através da fala que as mudanças irão acontecendo progressivamente.
A depressão não pode ser subjugada, dominada a força, e sim ultrapassada, tornada desnecessária pela ventilação dos sentimentos reprimidos, por isso o psicólogo deve cuidar atenciosamente de seu paciente sem criticá-lo por estar deprimido.
O enfrentamento é uma posição de fluidez, tanto de emoções como de ideias, na qual o psicólogo interrompe o fluxo com interpretações para auxiliar na coerência do paciente, pois o importante é o paciente ser ajudado a falar a sua doença, e a falar novamente no dia seguinte.
Diante de um paciente na posição de revolta o psicólogo deve focalizar a verdade do ponto de vista médico, para que o paciente entenda a sua situação, pois todo problema envolvendo pacientes apresenta essas duas facetas: o que é errado do ponto de vista do tratamento médico, e o que é certo do ponto de vista da vivência do paciente.
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